Nº 1286 ano 2018
Data:

Principal Tocantins


Foram efetuados 17 procedimentos policiais durante Eleição Suplementar

Os crimes eleitorais envolveram, em regra, o transporte irregular de eleitores, a compra de votos e a boca de urna, este último sendo processado através de termo circunstanciado de ocorrência, por ser considerado crime de menor potencial ofensivo.

Por: Divulgação
Atualizada em: 04/06/2018 15h29min
Foto: Imagem ilustrativa
Os autores do delito, por sua vez, foram, em sua maioria, agentes políticos locais

A Polícia Civil do Estado do Tocantins informa que, durante as ações de fiscalização e segurança nas Eleições Suplementares para governador e vice-governador do Estado do Tocantins, neste domingo, 3, foram efetuados 17 procedimentos policiais, entre autos de prisão em flagrante e termos circunstanciados de ocorrência, em Palmas e no interior do Estado do Tocantins.

Os crimes eleitorais envolveram, em regra, o transporte irregular de eleitores, a compra de votos e a boca de urna, este último sendo processado através de termo circunstanciado de ocorrência, por ser considerado crime de menor potencial ofensivo. Os autores do delito, por sua vez, foram, em sua maioria, agentes políticos locais.

Na Capital, sede da 29ª Zona Eleitoral – ZE, um fiscal partidário foi conduzido à sede do órgão policial federal por suposta prática do crime de divulgação de propaganda irregular no dia da eleição. Em zona eleitoral próxima (35ª ZE), no Município de Aparecida do Rio Negro, o mesmo crime, boca de urna, ensejou a condução de um indivíduo e do material de campanha eleitoral que portava à Delegacia local, onde foi lavarado o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) correspondente, por se tratar de infração de menor potencial ofensivo.

Ainda na região central do estado, Paraíso do Tocantins (7ª Zona Eleitoral) registrou duas autuações por desacato e desordem com prejuízo aos serviços eleitorais, crimes estes cometidos por indivíduos que ingeriam bebidas alcoólicas em local público, com uso de som alto nas proximidades de local de votação, também infrações de menor potencial ofensivo.

Miranorte, sede da 28ª Zona Eleitoral, por sua vez, o transporte irregular de eleitores deu causa a uma autuação em flagrante delito, com apreensão de material de campanha eleitoral. Nas cidades de Dois Irmãos e de Tupirama, pertencentes às 28ª e 23ª zonas eleitorais do Tocantins, respectivamente, as autuações envolveram condutas ilícitas de divulgação de propaganda eleitoral no dia da eleição.

No Centro-Oeste do Estado, a cidade de Pium, que compõe a 13ª Zona Eleitoral, registrou uma prisão em flagrante delito por suposto transporte irregular de eleitores.

No Sudeste do Estado, o município de Natividade, sede da 19ª Zona Eleitoral, foi o local da prática dos crimes de transporte irregular de eleitores, com apreensão de materiais de campanha eleitoral, e também de divulgação de propaganda eleitoral no dia da eleição. Em Arraias, sede da 22ª Zona Eleitoral, foi autuado em flagrante um agente político por, supostamente, estar praticando crime de captação ilegal de votos (boca de urna).

Em Alvorada, sede da 14ª Zona Eleitoral, na região Sul do Tocantins, uma prisão foi motivada pela suposta prática do crime de captação ilícita de sufrágio, a chamada “compra de votos”.

Em Araguaína, sede da 1ª Zona Eleitoral, um cidadão foi autuado pela prática do crime de desobediência por descumprimento à Portaria expedia pelo Juiz Eleitoral, que proibia a venda e o consumo de bebidas alcoólicas (“Lei Seca”). Ainda no Norte do estado, no município de Carrasco Bonito, 21ª Zona Eleitoral, um indivíduo foi preso transportando eleitores de modo irregular e com suspeita de compra de votos. Durante a ação policial, foram apreendidos, ainda, materiais de campanha eleitoral.

No Bico do Papagaio, duas pessoas foram conduzidas à Delegacia de Polícia de Luzinópolis, pertencente a 9ª Zona Eleitoral de Tocantinópolis, pelo descumprimento da portaria judicial que decretou a “Lei Seca” na cidade. Em Xambioá, sede da 12ª Zona Eleitoral, foi apreendido material de propaganda, mas sem conduzidos à delegacia. Por determinação do juiz eleitoral, todos os materiais espalhados foram recolhidos.

As ações de fiscalização para a lisura do pleito e segurança do cidadão são realizadas em conjunto pelos órgãos estaduais e federais de segurança pública, quais sejam Polícias Civil e Militar do Tocantins, Polícia Federal e Exercíto Brasileiro, além do Ministério Público e Justiça Eleitorais.

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