Nº 1318 ano 2019
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Principal OAB-TO


Procuradores das prerrogativas são empossados

O advogado Paulo Roberto da Silva foi nomeado para a Procuradoria de Prerrogativas Criminal, enquanto que o advogado Paulo Roberto de Oliveira foi nomeado como Procurador de Prerrogativas Cíveis, que abrange a área trabalhista, ambiental e previdenciária.

Por: Redação
Publicada em: 08/02/2019 18h50min
Atualizada em: 11/02/2019 15h04min
Foto: Divulgação
Os advogados Paulo Roberto da Silva e Paulo Roberto de Oliveira são os procuradores

Durante cerimônia no plenário da Ordem dos Advogados Brasileiros Tocantins, realizada na sexta-feira (08), foram empossados os novos Procuradores de Prerrogativas da OAB-TO. E quem ocupa os cargos são os advogados Paulo Roberto da Silva e Paulo Roberto de Oliveira, que a partir de agora, serão os responsáveis por defender o cumprimento das prerrogativas dos advogados.

O advogado Paulo Roberto da Silva foi nomeado para a Procuradoria de Prerrogativas Criminais, enquanto que o advogado Paulo Roberto de Oliveira foi nomeado como Procurador de Prerrogativas Cíveis, que abrange a área trabalhista, ambiental e previdenciária.

Ambos os escolhidos pela OAB-TO, são profissionais tradicionais e renomados no Estado. O advogado Paulo Roberto da Silva está há 35 anos na advocacia e o Paulo Roberto de Oliveira há 27 anos.

Ao jornal Primeira Página, Paulo Roberto de Oliveira informou que “junto com o Paulo Roberto da Silva pretendemos lutar pela preservação das prerrogativas iniciando todas as tratativas inicialmente pelo diálogo com as autoridades do poder judiciário, Ministério Público, Polícia Judiciária e Militar, instituições onde o advogado exerce a sua profissão”, declarou o Procurador de Prerrogativas Cíveis.

Já Paulo Roberto da Silva ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pelas prerrogativas. “A atividade é de suma importância e relevância no contexto atual, pois hoje as prerrogativas dos advogados, sem qualquer explicação, estão sendo violadas e isso precisa ter um fim, pois os advogados são indispensáveis pela justiça”, finalizou o procurador.

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